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A Estética do Sagrado: A etnoarte de matriz africana

08/08/2019 até 09/08/2019

Mapa não está disponível

Date/Time
Date(s) - 08/08/2019 - 09/08/2019
9:00 am - 1:00 pm

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A Galeria Arte Plural promove o curso “A Estética do Sagrado: etnoarte de matriz africana”, ministrada pelo antropólogo Raul Lody, especialista em culturas africanas e de matriz africana no Brasil, e com larga experiência em pesquisas dos povos africanos; autor de vasta publicação na área; e, curador de várias exposições sobre o tema.
A estética, na sua dimensão sagrada, pode ser entendida de diferentes maneiras integradas à memória ancestral e na interpretação da natureza por meio de representações simbólicas, que aproximam as pessoas dos seus deuses e mitos.
O curso “A Estética do Sagrado” apresenta a diversidade de manifestações artesanais e artísticas que fazem parte da produção material afrodescendente no Brasil, e como seu consumo está integrado à vida do brasileiro.
Ainda, apresenta as muitas expressões visuais que fazem parte desse rico acervo patrimonial das matrizes africanas em repertórios exemplificados nas máscaras, nas comidas, nas esculturas, nos instrumentos musicais; nas indumentárias; nos adornos corporais, nos utensílios, entre outras manifestações de usos episódico e cotidiano.

ÁREA: Arte
Curso: “A Estética do Sagrado: a etnoarte de matriz africana”
Ministrante: Raul Lody
Duração: 8 horas-aula em dois dias.
Valor: R$ 180,00 – R$ 162,00 valor à vista
Período: 8 e 9 de agosto, de 9h às 13h
Público-alvo: artistas, designers, comunicadores, professores; curadores, produtores culturais, empreendedores “afro”, e demais interessados.

EMENTA
As civilizações africanas do Norte da África – Magrebe –; da África ocidental – Costa –; e, da África oriental, contribuíram com amplos e diversos repertórios que passaram a integrar as nossas identidades e os nossos patrimônios culturais. Por isto, o imaginário brasileiro é repleto de referências, e acervos materiais, que marcam a nossa multiculturalidade, e isto é devido à diversidade de povos e de civilizações que fazem parte da nossa formação.
Muitas das manifestações que experimentamos e valorizamos, no cotidiano e nas festas, trazem grande diversidade de materiais, de formas, de cores, de usos, de tecnologias, de significados e de funções simbólicas, que são reveladoras de uma estética de matriz africana que, na maioria das vezes, sempre é acompanhada do sagrado.
Assim, a estética do sagrado pode ser entendida de diferentes maneiras dentro da cultura, como, por exemplo, na interpretação da natureza por meio de representações simbólicas.
Ainda, nesses contextos históricos, de civilizações e de culturas, destacam-se os ofícios que se dedicam aos objetos, aos instrumentos musicais, às danças; e àss representações artísticas que são aplicadas ao corpo: indumentária, joalheria, entre outras.

O sentimento atribuído ao que se considera como sagrado, nas muitas linguagens artísticas, mostram diferentes conceitos de beleza que traduzem as relações do homem com a natureza.
Por tudo isso, o curso – “A Estética do Sagrado: a etnoarte de matriz africana” – quer mostrar, analisar e apontar, essa ampla produção da arte/artesanato de base multiétnica que singulariza o Brasil; e, assim, instrumentalizar as pessoas para o entendimento dessa rica cultura material.
Assim, serão mostrados repertórios que formam patrimônios materiais: máscaras, esculturas, instrumentos musicais; adornos corporais, utensílios, pintura; entre outras manifestações que chegam dos principais povos formadores da nossa afro-brasilidade.
Tudo no formato de estudos de caso com representações das artes étnicas, dos materiais, das tecnologias, e dos diferentes usos sociais e sagrados dos objetos.

OBJETIVOS
• Mostrar a diversidade das manifestações artísticas que fazem parte da produção material multiafricana no Brasil, e como seu consumo é amplo, e está integrado à vida nacional;
• Identificar as expressões ancestrais da arte reconhecida como “afro”;
• Analisar as muitas representações visuais que fazem parte do rico acervo patrimonial das matrizes africanas para apoiar criadores do mercado “afro”.